O filhote ganhou o nome de Pipoca e está em boas condições de saúde. Foto: Marcele Pena

O Centro de Biodiversidade da Usipa (Cebus) recebeu, há aproximadamente 15 dias, um filhote de tamanduá-mirim. O animal foi encontrado numa escola em Governador Valadares e trazido ao Cebus pela equipe do Instituto Estadual de Florestas (IEF).

De acordo com a bióloga do Cebus, Cláudia Diniz, o animalzinho deve ter, aproximadamente, quatro meses de vida e, provavelmente, perdeu-se da mãe por algum motivo desconhecido. “O filhote ganhou o nome de Pipoca e está em boas condições de saúde. Atualmente, ele se alimenta com a ajuda de mamadeira e, todos os dias, sob observação e em local apropriado, é colocado no solo para aprender a caçar cupins e formigas, alimentos naturais da espécie”, relata Cláudia.

Curiosidades e hábitos

O tamanduá-mirim também é conhecido como tamanduá-de-colete. A pelagem é curta, densa, com coloração amarela e, dorsalmente, apresenta duas listras pretas, de largura variável, que avançam até o primeiro terço da cauda e também o abdome, envolvendo o animal e lembrando um colete.

O animal é típico da região da Mata Atlântica e do cerrado, e relativamente abundante nessas regiões (não está na lista de ameaçados de extinção). A atividade deles é predominantemente noturna. Quando não estão ativos, os tamanduás-mirim descansam em ocos de árvores, tocas de tatus ou em outras cavidades naturais. A alimentação do tamanduá-mirim é constituída geralmente de cupins e formigas. Ele também podem se alimentar no chão ou nas árvores e, por isso, acessam cupinzeiros arbóreos não disponíveis ao tamanduá-bandeira.

No Cebus, Pipoca tem se saído bem nas caças iniciais. Se continuar assim, logo logo será encaminhado novamente à natureza, em seu habitat natural.

Fonte: Usipa

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