BRASÍLIA — Seis dias depois de entregar a PEC da Segurança Pública ao Congresso Nacional, o ministro da Justiça Ricardo Lewandowski encontrará os principais críticos à proposta em sessão da Comissão de Segurança, na Câmara dos Deputados, na terça-feira (29).
Dez parlamentares de direita pediram a presença do ministro nessa sessão; eles exigem explicações sobre declarações dele e ações e estratégias do ministério. Um dos requerimentos que pede a ida de Lewandowski à comissão é justamente do presidente do colegiado, deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP).
A sessão com presença do ministro não deve se restringir às pautas contidas nos requerimentos protocolados. É possível que os deputados também façam questionamentos sobre o teor da PEC da Segurança, principalmente porque a composição da comissão não é favorável ao Palácio do Planalto.
Apesar disso, Lewandowski tem recebido manifestações de apoio dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Na cerimônia de assinatura da PEC na quarta-feira, Motta e Alcolumbre assumiram compromisso público com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de dar celeridade à tramitação da matéria.
Dez parlamentares de direita pediram a presença do ministro nessa sessão; eles exigem explicações sobre declarações dele e ações e estratégias do ministério. Um dos requerimentos que pede a ida de Lewandowski à comissão é justamente do presidente do colegiado, deputado Paulo Bilynskyj (PL-SP).
A sessão com presença do ministro não deve se restringir às pautas contidas nos requerimentos protocolados. É possível que os deputados também façam questionamentos sobre o teor da PEC da Segurança, principalmente porque a composição da comissão não é favorável ao Palácio do Planalto.
Apesar disso, Lewandowski tem recebido manifestações de apoio dos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). Na cerimônia de assinatura da PEC na quarta-feira, Motta e Alcolumbre assumiram compromisso público com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de dar celeridade à tramitação da matéria.


