Professora desenvolve trabalho voluntário para atender crianças com deficiências intelectuais

“Minha agenda é reservada para atendimento voluntário de segunda a sexta-feira para avaliação e encaminhamento para especialista com levantamento de hipótese diagnóstica para que as famílias, a criança, sociedade e escola possam acolher essa criança com mais dignidade, com mais qualidade.”

Esta é a rotina da professora, Lilian Ribeiro, que desistiu das salas de aula para realizar um trabalho voluntário a crianças com deficiências comportamentais e distúrbios diversos. A professora, se sente realizada em ter a chance de acolher as crianças e também às famílias, que não possuem condições financeiras para contratar um profissional ou médico especialista particular.
Conheça a história da professora Lilian Ribeiro, um exemplo de amor ao próximo e solidariedade.

Foi em sala de aula que a professora Lilian se deparou com um grande número de alunos com diversos problemas de aprendizagem. Ela chegou a pensar em desistir da profissão, mas preferiu aceitar o desafio e foi muito além do que poderia imaginar.
Graduada em Letras e Pedagogia, a professora buscou estudar e se especializar a fim de lidar com crianças com diversos distúrbios e transtornos, e daí surgiu um trabalho voluntário que ganhou grandes proporções.
Há cinco anos, a professora Lilian Ribeiro atende crianças diagnosticas com autismo, TDH, dislexia e alunos portadores de deficiência intelectual e aprendizagem. Mas, o que chama a atenção é que esse é um trabalho voluntário, que ela mantém com recursos próprios, num espaço que reservado na casa onde ela mora, no bairro Esperança, em Ipatinga, todo preparado com muito cuidado.

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