Em 2018, demissões superam contratações em Fabriciano

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Embora o mercado apresente sinais de recuperação, a geração de emprego ainda é tímida na maioria dos municípios brasileiros. Em Coronel Fabriciano (MG), segundo dados do Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, de janeiro a junho de 2018 foram 346 postos de emprego fechados.

São considerados fechados o saldo negativo quando comparados o número total de admissões com o de demissões. Nos primeiros seis meses na cidade, foram 2.431 vagas criadas para 2.777 fechadas.

FLUTUAÇÃO DO EMPREGO FORMAL, Jan/2018 até Jun/2018 (Acessado em 25/07/2018)

O setor da economia em Fabriciano que mais sofreu com a redução no número de funcionários foi a indústria, com fechamento de 371 vagas. Por outro lado, a construção civil e o setor de serviços contrataram mais que demitiu, 34 e 160 postos criados respectivamente.

Outro setor em baixa na cidade foi o comércio que perdeu 164 vagas de trabalho, a agropecuária e a administração pública se manterão estáveis, com redução de 4 e 1 postos de trabalho respectivamente.

Média Salarial

Os dados apontam que o setor com melhor remuneração na cidade no momento da admissão é a administração pública que em média paga aos servidores 1.998,00 reais por mês. A agropecuária tem a menor média salarial 1.045,60 mês.

SALÁRIO MÉDIO DE ADMISSÃO, Jan/2018 até Jun/2018 (Acessado em 25/07/2018)

Ainda segundo o Caged, o cargo com maior número de contratação na cidade foi o de servente de obras, 50 no total, com uma média salarial de Mil reais. Já o profissional mais demitido foi o de ajustador mecânico, 114 em apenas 6 meses, a média salarial desse profissional na cidade é de 1.400 reais.