Após esse parecer, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) vai analisar novamente o caso

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu um prazo de cinco dias para que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre as explicações dadas por Jair Bolsonaro (PL) em relação à sua estadia de dois na Embaixada da Hungria, em Brasília. Após esse parecer, o ministro vai analisar novamente o caso.

A defesa do ex-presidente protocolou eletronicamente na tarde desta quarta-feira (27), no Supremo, as explicações sobre a permanência da política no local de representação estrangeira. O questionamento foi feito na última segunda-feira (25) pelo ministro Alexandre de Moraes, que deu um prazo de 48 horas para que ele se justificasse.

Os advogados de Jair Bolsonaro mantiveram a justificativa de que a estadia na embaixada, que fica a cerca de 15 minutos de onde ele mora em Brasília, foi para dialogar com autoridades húngaras a convite delas mesmas. A defesa rechaçou a versão de que o ex-presidente temia ser preso, e por isso buscava asilo político na representação diplomática da Hungria.

Na resposta dada a Moraes, esse receio não existiria, já que quatro dias antes foram decretados mandados de prisão e ele não estaria entre os detidos. Também foi usado como justificativa para negar o pedido de asilo político o fato de Bolsonaro ter pedido autorização ao STF para deixar o país.

A primeira foi em dezembro, quando ele ainda estava com o passaporte e participou da posse do presidente da Argentina, Javier Milei. A outra, mais recentemente, já sem o documento, foi para ingressar a delegação brasileira em viagem a Israel a convite do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

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