Diretor-executivo de futebol viu a SAF do clube carioca trocar de comando por decisão judicial

Essa segunda-feira (8/7) foi o último dia de trabalho de Pedro Martins, ex-Cruzeiro, como diretor-executivo de futebol do Vasco da Gama. Em um comunicado nas redes sociais, o gestor explicou os motivos de pedir para deixar São Januário após cerca de dois meses de trabalho.

Conforme Martins, isso foi baseado nas mudanças de gestão — decisão liminar da Justiça do Rio de Janeiro retirou a 777 Partners do controle da SAF, repassando o comando à diretoria do clube associativo, presidido por Pedrinho. “Esta é a experiência mais curta que já tive em um clube de futebol, período que optei por interromper em função das mudanças de comando, método e forma de trabalhar”, disse.

A saída de Pedro Martins foi comunicada no dia 20 de junho, quando o técnico português Álvaro Pacheco, contratado pelo diretor, foi demitido após quatro jogos. “Acredito que a gestão sustentável e a construção coletiva são pilares fundamentais para a criação de uma cultura vencedora, este é o único caminho que libertará instituições de soluções emergenciais ou de ‘salvadores da pátria'”, falou.

Durante esse tempo, Martins cuidou do processo de transição. Nessa segunda, o Vasco anunciou as chegadas Carlos Amodeo, como CEO, e Raphael Vianna, que deixou a SAF do Cruzeiro recentemente, para ser o novo CFO (diretor financeiro).

“Me coloquei à disposição para finalizar alguns assuntos importantes e transferir as informações necessárias durante estes últimos quinze dias, faço isso pelo respeito que tenho pelas pessoas e porque acredito que este clube precisa iniciar um ciclo de estabilidade e prosperidade”, concluiu.

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