A Copa América se foi e agora entram em cena as competições regulares entre clubes no futebol sul-americano. No Brasil, o retorno aos jogos será pela Copa do Brasil. Neste meio de semana, serão realizadas as partidas de ida das quartas de final do torneio. Brigando pelo inédito hepta, o Cruzeiro terá pela frente o Atlético-MG, na quinta, às 20h, no Mineirão.

Atleta experiente neste tipo de duelos, o argentino Ariel Cabral sabe da importância que o clássico representa, mas alerta que a decisão dura 180 minutos.

“Sabemos que é decisivo, mas são dois jogos. A gente trabalhou muito para esse clássico, estamos muito focados para darmos o nosso melhor e extrair tudo em nossa performance. Temos que continuar melhorando. Precisamos da vitória para retomar a confiança no nosso elenco”, destacou o camisa 5, que valorizou os trabalhos de intertemporada.

“Foi importante porque demos sequência a um trabalho importante que a gente estava fazendo no campo. Fisicamente trabalhamos muito, a parte tática também com o treinador. O principal trabalho desta intertemporada foi na parte física, trabalhamos muito. Creio que dará certo, estamos focados”, reforçou.

Além da parte física, Ariel pontuou que foram muitos os trabalhos técnicos e táticos junto ao técnico Mano Menezes. Entre os objetivos imediatos está o de se evitar que o time continue tomando gols em sequência.

“A gente não pode tomar tantos gols. Trabalhamos bem muitos treinos táticos com o Mano e melhoramos muito. Trabalhamos o posicionamento também. Nestes 10 dias que estivemos aqui fizemos isso muito bem, e isso vai nos auxiliar daqui até o final do ano”, projetou.

No setor de meio de campo, o elenco ficou desfalcado com a saída de Lucas Silva. No entanto, Cabral garante que a equipe continua forte no setor.

“Temos muitos jogadores no setor de meio campo, qualquer um pode fazer o trabalho. Temos jogadores de características similares. Jadson está bem também. Temos variantes para o Mano escolher durante os jogos. O Mano teve opções na hora de escolher os jogadores. Às vezes mudamos o esquema, com dois volantes, ou fica um. Creio que o time tem que se adaptar na hora do jogo quando precisar. O treinador trabalha muito bem dessa forma”, salientou o argentino.

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