Romeu Zema, e o seu vice, Paulo Brant, firmaram compromisso em cartório, de abrir mão de seus respectivos salários, caso sejam eleitos, até que o pagamento do funcionalismo estadual seja regularizado.

Em entrevista a rádio Itatiaia, na manhã seguinte ao pleito eleitoral, na segunda-feira (8), o candidato do Novo ao governo de Minas Gerais, Romeu Zema, afirmou que esperava “um bom resultado”, mas que foi “além do esperado”.

Confirmado no segundo turno da disputa para o governo de Minas Gerais, Zema disse que o partido vai iniciar conversas com a campanha de Jair Bolsonaro (PSL) para analisar apoio ao ex-capitão do Exército, vencedor do primeiro turno da eleição presidencial.

O candidato do Novo disse que vai vencer o segundo turno da eleição contra o senador Antônio Anastasia (PSDB), segundo colocado no primeiro turno, e que montará secretariado sem políticos e “sem conchavos”.

Prometeu ainda cortar 80% de cargos ocupados por indicação e reduzir de 21 para 9 o número de secretarias. Zema também disse que pretende conhecer os 77 deputados da Assembleia Legislativa e que não vai haver ‘balcão de negócios”.

Sobre estatais, o candidato disse que a primeira ação, se eleito é equacionar contas, mas que mais à frente poderá analisar privatizações. “Mas sou contra trocar monopólio estatal por privado”, afirmou.

Zema venceu o primeiro turno depois de as pesquisas de intenção de voto apontarem, no máximo, empate técnico no limite da margem de erro com o então segundo colocado, governador Fernando Pimentel (PT)

Texto adaptado, com informações da Rádio Itatiaia.

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