Receba notícias por e-mail
Eleições 2026
Alexandre Garcia
Por Camila Abrão
Por Camila Abrão
24/08/2026 às 22:57
24/08/2026 às 22:57
Dê de presente
Prefira a Gazeta no Google
Ouça este conteúdo
A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta segunda-feira (24) que as armas apreendidas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sejam encaminhadas ao Exército para destruição definitiva ou doação a órgãos de segurança pública.
No último dia 11, a Polícia Federal pediu que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), definisse o destino do arsenal de Bolsonaro, que está armazenado na Superintendência Regional da PF, em Brasília. O relator pediu um parecer da PGR.
O procurador-geral da República, Paulo Gonet, afirmou que compete ao Comando de Operações Especiais do Exército “decidir a respeito da destinação dos bens”, após a realização das perícias técnicas e elaboração dos respectivos laudos.
VEJA TAMBÉM:
Aumento de penas não é suficiente contra o crime organizado, diz Moraes
Gonet destacou que, diante da atual fase processual da execução da pena, não há utilidade ou interesse no acautelamento das armas para fins de persecução penal.
Segundo o Estatuto do Desarmamento, armas apreendidas que não interessam mais ao processo devem ser encaminhadas ao Comando do Exército para destruição ou doação. O arsenal do ex-presidente inclui dez armas de fogo de diversos calibres e marcas, entre elas:
Pistolas das marcas Taurus (.380 e .40), Glock (9mm), Caracal (9mm), Arex (9mm) e SIG Sauer (9mm);
Fuzis e carabinas das marcas Caracal (5,56mm) e Springfield Armory (7,62mm);
Espingardas das marcas Typhoon (calibre 12) e Maestro Arms Company (calibre 12).
Em julho, Moraes determinou a revogação do porte de arma e do Certificado de Registro de Colecionador, Atirador Desportivo e Caçador (CAC) do ex-presidente, ordenando a apreensão imediata de todas as suas armas.
A decisão ocorreu após a Polícia Militar do DF apreender uma arma de Bolsonaro no carro de um servidor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) durante uma blitz realizada em junho.
VEJA TAMBÉM:
Dino diz que emendas são “maior vetor de corrupção” no Brasil
Eduardo Bolsonaro apoia crítica de Allan dos Santos à candidatura de Michelle
Janja se reúne com Fachin para discutir pacto sobre feminicídio
Deixe sua opinião
Encontrou algo errado na matéria?
Comunique erros
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Principais Manchetes
Resistência contra impeachment de ministros do STF cresce na eleição liderada por Gilmar
CNJ parte para a intimidação ao punir desembargadores da Lava Jato
Gigante de viagens CVC perde 90% do valor de mercado e tenta reencontrar o caminho
As duas “Faria Lima”: mercado precifica Lula, mas vê mais chances de ajuste com Flávio
Tudo sobre:
Alexandre de Moraes
Armas
Exército
Jair Bolsonaro
Paulo Gonet
Polícia Federal
STF
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Fonte: Gazeta Política


