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Guerra EUA x Irã
Por John Lucas
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20/08/2026 às 23:05
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O Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (INDEC) anunciou nesta quinta-feira (20) que o país registrou superávit comercial de US$ 2,115 bilhões em julho. O resultado representa mais que o dobro dos US$ 907 milhões registrados no mesmo mês de 2025 e mantém uma sequência de 32 meses consecutivos de saldo positivo na balança comercial, iniciada no mês em que Javier Milei assumiu a Presidência, em 2023.
Segundo o relatório oficial do INDEC, as exportações argentinas somaram US$ 8,8 bilhões em julho, alta de 14,1% na comparação anual. Já as importações alcançaram US$ 6,7 bilhões, queda de 1,7% em relação ao mesmo período do ano passado.
O avanço das exportações foi impulsionado principalmente pelo setor de combustíveis e energia. As vendas externas do segmento praticamente dobraram em um ano, com alta de 97,8%, e chegaram a US$ 1,5 bilhão. O crescimento foi provocado sobretudo pelo aumento das exportações de petróleo bruto, combustíveis e outros derivados.
O petróleo bruto, sozinho, respondeu por cerca de US$ 1,02 bilhão das exportações argentinas em julho, tornando-se o segundo principal produto vendido pelo país ao exterior no mês, atrás apenas do milho. O INDEC também destacou o avanço das exportações ligadas à mineração e ao setor agroindustrial.
Entre janeiro e julho de 2026, a Argentina registrou superávit de US$ 16,08 bilhões, mais de quatro vezes os US$ 3,669 bilhões obtidos no mesmo período de 2025. As exportações cresceram 22,9%, para US$ 58,3 bilhões, enquanto as importações recuaram 3,5%, para US$ 42,2 bilhões.
Segundo o INDEC, os produtos vendidos pela Argentina ao exterior ficaram mais caros do que os bens comprados de outros países. Essa diferença ajudou o país a ampliar o saldo positivo da balança comercial em julho.
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Fonte: Gazeta Mundo


