Urgência em acordo entre SUS, Anvisa e laboratórios
O endocrinologista Bruno Halpern, presidente da Federação Mundial de Obesidade, defende que o Brasil precisa debater com as indústrias farmacêuticas formas de baratear as canetas emagrecedoras. Segundo ele, é urgente uma discussão séria sobre maneiras de ampliar o acesso a esses medicamentos.
Tratamento com acompanhamento contínuo e equipe multidisciplinar
Halpern também defende que o tratamento da obesidade no SUS deve incluir acompanhamento contínuo e equipe multidisciplinar. Ele afirma que oferecer medicamento não deve ser a única medida e que é necessário ter médicos que saibam prescrevê-lo, acompanhem os pacientes no longo prazo e avaliem efeitos colaterais e a eficácia.
Desafios para a incorporação de medicamentos no SUS
O especialista destaca que a incorporação de medicamentos no SUS é um desafio devido ao alto custo. No entanto, ele defende que é necessário discutir com as indústrias farmacêuticas formas de reduzir o custo e alternativas de maior acesso.
Halpern assume a presidência da Federação Mundial de Obesidade com o objetivo de levar educação em saúde a mais profissionais e trabalhar para que os países possam ter acesso a tratamentos evidence-based para a obesidade.
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Fonte: Saúde Brasil


