Introdução
Com as convenções partidárias e a oficialização das candidaturas para a Presidência da República, as propostas para a área de segurança pública começam a ganhar destaque. Um levantamento recente aponta a violência como a principal preocupação dos brasileiros, ultrapassando temas como corrupção, saúde, economia e educação.
Propostas dos Candidatos
Os principais candidatos à Presidência apresentaram diversas propostas para combater a violência no Brasil. Flávio Bolsonaro (PL) sugere a classificação de organizações como o PCC e o Comando Vermelho como terroristas, a construção de megaprisões de segurança máxima e a castração química para criminosos sexuais. Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT) propõe a criação do Ministério da Segurança Pública e um programa para asfixiar financeiramente o crime organizado.
Ronaldo Caiado (PSD) defende a classificação de organizações criminosas como terroristas e a criação da Muralha Brasileira, um sistema de monitoramento eletrônico para rastrear criminosos. Romeu Zema (Novo) sugere o uso das Forças Armadas no combate a facções criminosas e a construção de presídios na Floresta Amazônica. Renan Santos (Missão) propõe a adoção do Direito Penal do Inimigo contra integrantes de facções criminosas e a construção de superpresídios para lideranças de facções criminosas.
Outras Propostas
Augusto Cury (Avante) defende a integração entre as forças de segurança e a criação de um botão de pânico para mulheres com medidas protetivas. Cabo Daciolo (Mobiliza) sugere a valorização das carreiras na área de segurança e o aumento da presença de forças de segurança nas fronteiras. Edmilson Costa (PCB) propõe a desmilitarização das forças de segurança e o fim do encarceramento em massa por crimes de menor potencial ofensivo. Hertz Dias (PSTU) defende a desmilitarização das forças policiais e a criação de conselhos populares para definir as prioridades de segurança em cada comunidade.
Essas são apenas algumas das propostas apresentadas pelos candidatos à Presidência. A segurança pública é um tema complexo e multifacetado, e é importante que os eleitores avaliem cuidadosamente cada proposta antes de tomar uma decisão.
Fonte: Gazeta Brasil


