Petrobras reforça contratos
O diretor-executivo de Governança e Conformidade da Petrobras, Ricardo Wagner, informou que a estatal deve reforçar seus contratos com cláusulas antifacções, influenciada pela decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
De acordo com Wagner, a Petrobras já tem cláusulas de direitos humanos e cláusulas contratuais de questões envolvendo corrupção, mas agora é importante incluir cláusulas de proteção contra organizações terroristas, especialmente porque a empresa transaciona muito com o exterior.
Desafios e medidas
Wagner destacou que a Petrobras não é um órgão investigativo e, portanto, não faz quebra de sigilo ou interceptação, embora as análises já ocorram ao máximo. Ele também ressaltou a importância de ter cláusulas contratuais que deem segurança de que a empresa está fazendo negócios com empresas ou pessoas jurídicas que tenham integridade como prioridade.
A decisão da gestão de Donald Trump foi elogiada por parlamentares de oposição e criticada pelo governo, com alguns acreditando que a medida pode servir de embasamento para uma intervenção estrangeira no Brasil.
Fonte: Gazeta Economia


