Libertação do Pastor Ezra Jin Mingri
O pastor Ezra Jin Mingri, fundador da Igreja Zion, foi libertado pelo regime chinês após quase nove meses de prisão. A libertação foi possível graças a um acordo diplomático entre os EUA e a China, firmado após conversas diretas entre o presidente dos EUA, Donald Trump, e o ditador chinês, Xi Jinping.
Circunstâncias da Libertação
De acordo com a ONG ChinaAid, que acompanha a situação de cristãos perseguidos pelo regime de Xi Jinping, o pastor chegou em segurança a Los Angeles no dia 4 de julho, data que coincide com o Dia da Independência dos EUA. A libertação é vista como um “gesto de boa vontade” por parte do regime chinês.
Reações à Libertação
Bob Fu, fundador e presidente da ChinaAid, declarou que, embora a organização celebre a liberdade do Pastor Jin, seus corações permanecem com os inúmeros pastores, padres, bispos, cristãos de igrejas domésticas, muçulmanos uigures, budistas tibetanos, praticantes do Falun Gong e outros prisioneiros de consciência que permanecem injustamente encarcerados pelo Partido Comunista Chinês.
Fu apelou a Trump e sua administração para que continuem dando prioridade à liberdade religiosa e à libertação de todos os prisioneiros cujos crimes estão relacionados à sua fé.
Contexto da Prisão
O pastor Ezra Jin Mingri foi detido em outubro do ano passado e acusado de “uso ilegal de redes de informação”, crime que pode resultar em até sete anos de prisão. A Igreja Zion, fundada em 2007, cresceu rapidamente e reúne cerca de 5 mil fiéis em 40 cidades chinesas.
A igreja se recusa a se submeter ao chamado “Movimento Patriótico das Três Autonomias (TSPM)”, órgão estatal do regime que supervisiona as igrejas evangélicas sob controle do Partido Comunista.
Fonte: Gazeta Mundo


