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Eleições 2026
Alexandre Garcia
Por Wesley Oliveira
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Por Ana Carolina Curvello
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30/06/2026 às 17:47
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O pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, anunciará o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, como candidato a vice em sua chapa ao Palácio do Planalto. A informação foi confirmada à Gazeta do Povo por integrantes da legenda. O anúncio está previsto para ocorrer durante uma coletiva de imprensa marcada para esta quarta-feira (1º), em Brasília.
A escolha de Kassab ocorre após o PSD encontrar dificuldades para atrair outros partidos para compor a chapa presidencial. Diante da falta de um aliado para a vaga de vice, a direção da legenda optou por uma composição exclusivamente partidária.
Na segunda-feira (30), Caiado evitou antecipar o nome do companheiro de chapa, mas afirmou que a decisão já havia sido tomada.
“Quarta-feira, em Brasília, vocês vão ver quem será o vice. Nós apresentaremos quem irá compor a nossa chapa. A curiosidade permanece”, disse.
Nos bastidores, dirigentes chegaram a discutir a possibilidade de buscar um nome de outra sigla para ampliar o arco de alianças. Nos últimos dias, porém, consolidou-se o entendimento de que Kassab seria o nome com maior capacidade de fortalecer a candidatura neste momento.
Dificuldade para ampliar alianças
Uma das principais apostas do PSD era atrair o União Brasil para a composição da chapa. Caiado, que foi filiado à legenda antes de migrar para o PSD para viabilizar sua candidatura presidencial, contava com uma aproximação com o partido.
O cenário, porém, mudou com a federação entre União Brasil e PP. As duas legendas passaram a negociar uma aliança com o senador Flávio Bolsonaro (PL), pré-candidato do Partido Liberal à Presidência.
Desde que foi lançado como presidenciável do PSD, Caiado também enfrenta dificuldades para unificar a própria legenda em torno de seu projeto nacional.
Governadores e lideranças estaduais do partido mantêm alianças regionais com diferentes pré-candidatos à Presidência, entre eles o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Flávio Bolsonaro e o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo). A diversidade de palanques regionais tem dificultado a construção de uma estratégia nacional unificada para a campanha do PSD.
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Fonte: Gazeta Política


