Receba notícias por email
Banco Master
Banco Central
Por Vinicius Macia
Por Vinicius Macia
18/06/2026 às 11:56
18/06/2026 às 11:56
Ouça este conteúdo
Uma ofensiva contra plataformas de apostas clandestinas cumpriu 14 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (18), emitidos pela 2ª Vara da Comarca de Currais Novos (RN). A chamada operação Conto da Sorte apura a existência de uma organização criminosa que teria utilizado laranjas em 37 empresas vinculadas ilegalmente às chamadas bets.
As ações ocorreram nos estados de Pernambuco, Ceará e São Paulo e contam com a participação de diversos órgãos:
Receita Federal;
Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPRN);
Ministério Público do Estado do Rio Grande do Norte (MPRN);
Secretaria de Fazenda do Estado do Rio Grande do Norte;
VEJA TAMBÉM:
Dino critica bets e big techs durante julgamento sobre redes sociais
Maiores sites de compra e venda de previsões do mundo estão fora do ar no Brasil; entenda por que
Os problemas começaram quando uma loteria municipal, a Lotseridó, da Prefeitura de Bodó (RN), começou a emitir autorizações para o funcionamento de bets, o que o Supremo Tribunal Federal (STF) já entendeu não ser possível em uma liminar que teve seu referendo atrasado por um pedido do ministro Flávio Dino para a remessa do plenário virtual ao plenário físico (ADPF 1212). A Lotseridó deixou de existir em outubro de 2025, mas as bets continuaram a atuar.
"Identificou-se, inclusive, que alguns dos sócios ostensivos seriam beneficiários de auxílio emergencial, enquanto outras empresas teriam sido colocadas em nome de parentes dos investigados", diz a nota da Receita Federal.
Para tentar conter números desfavoráveis nos indicadores econômicos, sobretudo os relacionados ao endividamento das famílias, o governo federal tem sido rígido na regulamentação do mercado de apostas em quota fixa. Em uma das movimentações, sites como o polymarket foram forçados a se adequar a um de dois enquadramentos possíveis: ou seriam plataformas de investimento em derivativos e, com isso, só poderiam versar sobre temas ancorados em indicadores, como dados econômicos e políticos, ou seriam empresas de apostas e, com isso, deveriam se sujeitar a toda a regulamentação da Secretaria de Prêmios e Apostas, incluindo a limitação do escopo a temas esportivos.
Você pode se interessar
Isenção do IR a militares e policiais pode gerar efeito cascata
Isenção do IR a militares e policiais pode gerar efeito cascata
Veja a opinião de quem assistiu à pré-estreia de Dark Horse
Veja a opinião de quem assistiu à pré-estreia de Dark Horse
Transição de gênero perde espaço na medicina dos EUA
Transição de gênero perde espaço na medicina dos EUA
STF fixa prazo de 60 dias para big techs cumprirem exigências da Corte
STF fixa prazo de 60 dias para big techs cumprirem exigências da Corte
Deixe sua opinião
Encontrou algo errado na matéria?
Comunique erros
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Principais Manchetes
Polícia Federal põe pré-candidatos do PT no centro do escândalo do Master
Jaques Wagner, líder do governo Lula, é alvo de busca e apreensão em operação do caso Master
Projeto aprovado na Câmara anula R$ 7 bilhões em multas de Moraes a caminhoneiros
STF compra briga com autoridades estrangeiras em meio à desmoralização internacional
Tudo sobre:
Big Techs
Flávio Dino
Ministério Público
Receita Federal
STF
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Fonte: Gazeta Brasil


