Medidas de segurança
A Prefeitura de Limeira, em São Paulo, iniciou uma série de medidas para evitar novos acidentes na Ponte do Esqueleto, após a morte de uma bacharel em educação física em um salto de rope jump no sábado (13). A vítima, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, foi lançada sem corda e morreu no local.
De acordo com a prefeitura, as medidas incluem o fechamento de acessos irregulares aos locais perigosos. No entanto, a prefeitura ressalta que as obras estruturais permanentes, como a construção de muros de contenção e a manutenção das valetas, permanecem sob responsabilidade do Governo Federal.
Demolição da ponte
O prefeito de Limeira, Murilo Félix, defendeu a demolição da Ponte do Esqueleto, que está interditada há cerca de 30 anos. A estrutura pertencia à antiga Rede Ferroviária Federal (RFFSA) e, após a extinção da estatal, o patrimônio passou à União, que o manteve sem uso.
O prefeito afirmou que a implosão da estrutura será uma solução definitiva para evitar novos incidentes e garantir a segurança da população. Além disso, ele pretende processar a União por negligência em garantir a segurança da ponte.
Investigação do acidente
A Polícia Civil classificou o caso como homicídio com dolo eventual, mas juristas discutem a responsabilidade dos envolvidos. A diferença não é meramente teórica, pois a classificação pode levar o caso a júri e ter penas maiores.
Fonte: Gazeta Brasil


