Relação com Vorcaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que sua relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do liquidado Banco Master, foi restrita à busca de financiamento para o filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Flávio procurou minimizar o impacto político do pedido de R$ 134 milhões a Vorcaro, declarando que o contato ocorreu exclusivamente em razão do projeto cinematográfico “Dark Horse”.
Investimento para o filme
Segundo Flávio, a iniciativa envolveu apenas uma relação privada de investimento sem qualquer irregularidade na tentativa de captar recursos para a produção. “A minha relação com ele foi única e exclusivamente por causa do filme. Eu vi as coisas pelo lado bom, porque não tem outra coisa para falar de mim, a não ser isso, que é algo que não tem absolutamente nada de errado. É uma relação privada, um investimento, e a pessoa teria um retorno”, afirmou o senador.
Impacto nas eleições
Flávio ainda minimizou o impacto da relação com Vorcaro nas pesquisas de intenção de voto para as eleições e ressaltou que tem responsabilidade sobre seu papel político na disputa à presidência da República. “Eu sei da responsabilidade que eu tenho, e que milhões de brasileiros estão aí ansiosos para que o Brasil mude de rumos. […] Eu não sou investigado em absolutamente nada. Eu não devo absolutamente nada para ninguém. Eu tenho ficha limpa. Eu tenho independência. Eu tenho autonomia para fazer o melhor governo que esse Brasil já viu”, declarou.
Defesa do filme
O parlamentar também defendeu o projeto cinematográfico sobre Jair Bolsonaro e afirmou que a obra pretende destacar aspectos pessoais do ex-presidente. De acordo com ele, o filme pode “ajudar a resgatar um pouquinho da humanidade em relação” ao pai.
Flávio Bolsonaro aproveitou o evento para rebater críticas relacionadas à recente decisão do governo dos Estados Unidos de impor um novo tarifaço de 37,5% ao Brasil como penalidade por supostas práticas comerciais irregulares. Para ele, a associação entre sua visita à Casa Branca e a taxação faz parte de uma “narrativa falsa da esquerda”.
Fonte: Gazeta Política


