Retorno após 11 meses
O porta-aviões nuclear USS Gerald R. Ford, o maior do mundo, retornou aos Estados Unidos no sábado, 16 de maio de 2026, após 11 meses em missão. A embarcação participou de operações americanas na Venezuela, onde os EUA capturaram o ditador Nicolás Maduro em janeiro, e no Irã, no atual conflito em curso no Oriente Médio.
O Gerald R. Ford cumpriu a mais longa missão operacional de um porta-aviões americano desde o fim da Guerra do Vietnã. A tripulação do porta-aviões foi recebida pelo secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, em Norfolk, Virgínia.
Missão e desempenho
O grupo de ataque do Gerald R. Ford navegou mais de 57,7 mil milhas náuticas, realizou 23 reabastecimentos no mar e registrou mais de 5,7 mil horas de voo durante a missão. A ala aérea embarcada também realizou mais de 12,2 mil lançamentos de aeronaves.
O secretário Hegseth elogiou o desempenho dos militares americanos nas últimas missões, afirmando que as operações do porta-aviões enviaram uma mensagem ao mundo: “ninguém se compara ao USS Ford. Ninguém se compara às Forças Armadas dos Estados Unidos”.
Desafios e condecorações
O porta-aviões enfrentou um incêndio a bordo e falhas recorrentes no sistema de encanamento durante as recentes operações, o que levantou questionamentos sobre o desgaste da tripulação e da embarcação. Apesar disso, os militares que integram o Gerald R. Ford receberam a Presidential Unit Citation, a mais alta condecoração concedida a uma unidade militar americana, por sua atuação na Venezuela e Irã.
Fonte: Gazeta Mundo


