Operação conjunta
Uma operação conjunta entre forças norte-americanas e nigerianas resultou na morte de Abu-Bilal al-Minuki, conhecido como Abu-Mainok, o “número 2” do Estado Islâmico. A informação foi divulgada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em sua rede social Truth Social.
A operação foi confirmada pelo gabinete da presidência da Nigéria. De acordo com Trump, “ele achou que podia se esconder na África, mas não sabia que temos fontes que nos mantinham informados sobre o que ele estava fazendo”. O presidente norte-americano agradeceu ao governo da Nigéria pela “parceria”.
Contexto da operação
O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou que os Estados Unidos “estavam caçando esse líder do Estado Islâmico na Nigéria, que estava matando cristãos, e nós o matamos, junto com todo o seu entorno”. A ação ocorreu na bacia do Lago Chade, região fronteiriça entre Nigéria, Chade, Camarões e Níger.
O estado nigeriano de Borno, que abrange essa região, é apontado como o local de nascimento de Al-Minuki e é o centro da insurgência de radicais islâmicos na Nigéria. Sequestros de centenas de pessoas e ataques contra cristãos são comuns na região.
Outros ataques na Nigéria
Outro grupo terrorista islâmico atuante na Nigéria, o Boko Haram, sequestrou pelo menos 30 estudantes de uma escola de ensino fundamental e médio no estado de Borno. O ataque foi confirmado pelo porta-voz da polícia estadual, Nahum Daso.
O Boko Haram tem sido o principal responsável por mortes e sequestros de cristãos na Nigéria, ao lado de uma dissidência do grupo, chamada Estado Islâmico na Província da África Ocidental. Uma das ações mais célebres dos terroristas islâmicos foi o sequestro de 276 meninas em uma escola da aldeia de Chibok.
Fonte: Gazeta Mundo


