Reviravolta no Caso Orelha
Meses após a comoção nacional em torno da morte do cão Orelha, um novo desenvolvimento surgiu no caso. Os adolescentes acusados de matar o animal foram inocentados, e a investigação concluiu que o cão morreu devido a uma doença preexistente.
Investigação e Conclusão
A reanálise de dois mil arquivos digitais, laudos periciais e a cronologia dos fatos mostraram que o grupo de adolescentes não teve contato com Orelha na praia e que a morte do cachorro estaria associada a uma doença, e não a agressões. O Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC) pediu o arquivamento do caso, acusando a Polícia Civil do estado de seguir uma linha única de investigação para incriminar os jovens.
Laudo e Exumação
Em fevereiro, o MP-SC pediu a exumação do corpo do animal, que não encontrou qualquer fratura ou lesão compatível com ação humana. O laudo identificou sinais de osteomielite, uma infecção óssea grave e crônica, na região maxilar esquerda do animal, possivelmente relacionada a doenças periodontais avançadas.
Comoção e Influência
A hipótese principal é que a comoção em torno do caso acabou influenciando na investigação. Um inquérito foi aberto na Corregedoria da Polícia Civil para apurar a suposta tendência da investigação no sentido de incriminar os adolescentes.
Fonte: Gazeta Brasil


