Introdução
O Departamento de Guerra dos EUA desclassificou centenas de arquivos governamentais sobre relatos de avistamentos de OVNIs e Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAPs). Entre esses documentos, estão transcrições técnicas e imagens de duas missões da Nasa, Apollo 12 e 17, nas quais astronautas descreveram ter observado eventos misteriosos no espaço.
Missão Apollo 12
As tripulações das respectivas missões relataram clarões sem explicação, luzes em movimento e fenômenos não identificados contra o horizonte lunar. Ao todo, o material liberado inclui seis fotos tiradas por astronautas da missão Apollo 12, de 1969, na superfície da Lua, e descrições de movimentos luminosos misteriosos na Apollo 17, de 1972.
As transcrições técnicas de voz ar-solo da Apollo 12 revelam os momentos em que os astronautas identificaram fenômenos não identificados: um período de uma hora no quinto dia e um período de dois minutos no sexto dia da missão.
Missão Apollo 17
No dia seguinte, o Comandante da Missão, Charles ‘Pete’ Conrad, descreveu a observação de detritos flutuantes fora do módulo lunar, que haviam sido iluminados pela luz de rastreamento a bordo do módulo. Às 06:00:21:51, Conrad avaliou que a luz de rastreamento havia se apagado, pois não conseguia mais ver os detritos do módulo.
Na Apollo 17, o piloto Ronald Evans afirmou ter presenciado “partículas ou fragmentos muito brilhantes” que flutuavam e giravam próximos à espaçonave enquanto ela manobrava. O astronauta Jack Schmitt confirmou ter tido a mesma experiência e comparou o fenômeno ao “Quatro de Julho”, uma referência aos fogos disparados durante as comemorações da independência dos EUA.
Conclusão
O Pentágono divulgou uma primeira leva de arquivos governamentais sobre Fenômenos Anômalos Não Identificados (UAP, na sigla em inglês) após uma ordem dada pelo presidente Donald Trump, em fevereiro. A coleção sobre objetos voadores não identificados (OVNIs) e possíveis formas de vida extraterrestre pode ser acessada no site do Departamento de Guerra, onde o governo dos EUA “divulgará continuamente arquivos adicionais”.
Fonte: Gazeta Mundo


