Pinturas rupestres vandalizadas
As pinturas rupestres localizadas no Parque Nacional da Serra do Cipó, em Minas Gerais, foram alvo de pichação. O parque, situado no município de Santana do Riacho, é um importante destino de ecoturismo e abriga uma grande variedade de nascentes, campos rupestres, cavernas e sítios arqueológicos.
A gestão do parque identificou o vandalismo no dia 1º de maio e abriu um processo administrativo para investigar o caso. A ação configura grave violação ambiental e cultural, podendo ser enquadrada como crime contra o patrimônio cultural.
Investigação e apuração
A Lei de Crimes Ambientais prevê pena de até três anos de reclusão, além de multa, para crimes contra o patrimônio cultural. A gestão do parque solicitou o apoio da população para apurar o caso e pediu que qualquer pessoa com informações entre em contato com as autoridades responsáveis.
A pichação atingiu pinturas rupestres nas proximidades da Cachoeira do Congonhas, um local de grande relevância ambiental e cultural. A gestão do parque classificou o ato como extremamente grave e destacou que as pinturas rupestres são parte do patrimônio histórico, arqueológico e cultural brasileiro.
Apoio da população
A população pode contribuir para a apuração do caso entrando em contato com as autoridades responsáveis pelo e-mail [email protected]. A gestão do parque não tolerará atos de vandalismo, depredação ou qualquer conduta que coloque em risco o patrimônio natural, histórico e cultural protegidos pela Unidade.
Fonte: Gazeta Brasil


