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Eleições 2026
Alexandre Garcia
Por Juliet Manfrin
Por Juliet Manfrin
26/04/2026 às 15:53
26/04/2026 às 15:53
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O pré-candidato ao governo de São Paulo, o ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), afirmou neste domingo (26) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) deve disputar as próximas eleições em outubro contra o que chamou de “Bolsonarinho”, em referência ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência.
“Lula vai concorrer com o ‘Bolsonarinho’, o filho do Jair Bolsonaro, uma família que só entregou caos ao país”, disse Haddad ao reforçar que a família teria deixado um legado negativo ao país.
A declaração foi feita durante o encerramento do 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), em Brasília. Em seu discurso, Haddad defendeu a continuidade do atual governo e classificou a reeleição de Lula como essencial para o cenário político nacional.
O ex-ministro também criticou a atuação de aliados da família Bolsonaro em eleições anteriores, citando medidas que, segundo ele, buscaram influenciar o eleitorado.
“Eles se vendem como antissistema, mas estão há 30 anos fazendo a pior política no país (…) Não podemos considerar a hipótese de um retrocesso”, disse. Além disso, destacou a trajetória de Lula, afirmando que a experiência do presidente, com 80 anos, representa um diferencial no debate político. Para Hadddad, a família do ex-presidente não representa uma ruptura com o sistema político e que teria acumulado um “histórico negativo no país”.
Um dia antes das críticas feitas por Fernando Haddad, o senador Flávio Bolsonaro divulgou um vídeo em que apresenta o que promete ser sua linha de atuação política, segundo ele, baseada no pragmatismo e na defesa de interesses estratégicos do Brasil.
O parlamentar fala em buscar resultados concretos tanto no cenário interno quanto nas relações internacionais. No campo doméstico, falou que a educação é um instrumento de desenvolvimento e à política externa, defendeu uma postura mais prática nas relações com grandes potências, como Estados Unidos e China, priorizando acordos com benefícios econômicos e tecnológicos ao país, sem alinhamentos automáticos.
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Fonte: Gazeta Política


