Atacante entrou no segundo tempo do jogo contra o Grêmio, sofreu um pênalti e marcou um gol, na virada do Galo por 3 a 2
Ele chegou ao Atlético tão logo Pavón foi negociado com o Grêmio. Sem muita pompa, mas com o histórico de ter sido uma peça importante nas seleções de base da Colômbia, o atacante Brahian Palácios ainda não tinha se destacado pelo Galo. Ao menos até a partida desse domingo, em que entrou no segundo tempo e foi fundamental na vidada do time alvinegro diante do Tricolor gaúcho.
Foi Palácios que sofreu o primeiro pênalti do Atlético na partida, cobrança convertida por Scarpa. Mas, quando a segunda penalidade foi assinada pelo juiz, o colombiano chamou para si a responsabilidade. Cobrou no canto, uma pedrada, e anotou o gol do empate do Galo. Vargas virou o placar para 3 a 2.
Segundo Palacios, a virada de chave do clube alvinegro veio no intervalo. “Sabemos que era uma partida muito difícil. O Grêmio é uma equipe com muitos bons jogadores. Começamos perdendo por 2 a 0, tivemos um golpe anímico, mas conversamos no intervalo. A mentalidade era voltar e reverter o resultado. Graças a Deus, conseguimos”, disse, o atacante, que busca se firmar no time de Gabriel Milito.
Até a partida desse domingo, Palácios não marcava gol pelo Atlético desde 20 de junho, na derrota do Atlético para o Vitória por 4 a 2 no Barradão, pela 10ª rodada do Brasileirão.
Promessa da Colômbia
Palácios foi revelado pelo Atlético Nacional. Em 2023, fez 47 partidas, anotando três gols e quatro assistências. O colombiano desembarcou no dia 5 de março em Belo Horizonte. Foi anunciado oficialmente dia 7 de março. Viu o time mudar de treinador – Felipão deu lugar a Gabriel Milito – e também tratou lesão.
O Galo contratou o colombiano junto ao Nacional da Colômbia por três milhões de dólares (aproximadamente R$ 15 milhões) e contrato até 2027. Ele chegou ainda para a disputa do Campeonato Mineiro deste ano, vencido pelo Galo.
Entre os sonhos, um bem ousado que pode entrar no currículo do jovem de 21 anos. “Meu sonho desde que jogava no Atlético Nacional, desde que jogava no bairro, na favela, é jogar e ganhar a Libertadores”, falou, logo em sua apresentação pelo Atlético.


