Quenianos foram para as ruas de Nairóbi para protestar contra um projeto que prevê aumento de impostos
A comissão também registrou 32 casos de “desaparecimentos forçados ou involuntários” e 627 prisões de manifestantes. O balanço foi divulgado às vésperas de um novo dia de protestos contra o governo do presidente William Ruto, no poder desde 2022.
O movimento de protesto surgiu no meio de junho nas redes sociais e inicialmente mobilizou os jovens, antes de envolver todas as camadas da população.
Os protestos começaram sem grandes incidentes, mas o dia 25 de junho foi marcado pela violência. Os manifestantes invadiram o Parlamento, que acabava de votar o polêmico projeto de orçamento para 2024-25, e a polícia disparou contra a multidão com balas reais.
“A Comissão continua condenando veementemente a violência injustificada contra os manifestantes, profissionais de saúde, advogados, jornalistas e em espaços seguros como igrejas, centros médicos de emergência e ambulâncias”, acrescentou.
(AFP)


