A eleição será em fevereiro de 2025 e a intenção do presidente da República é enfrentar o nome colocado por Arthur Lira
Aliados de Lula na Câmara já foram alertados sobre o possível apoio do presidente da República e não sinalizam mal-estar com a negociação, que ainda pode mudar completamente a depender do jogo político. Tudo caminha, no entanto, para que entraves entre Marcos Pereira e alas do PT sejam esquecidos.
Em 2016, ele foi uma das figuras que estiveram em acordos durante o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), acusado como golpe político por petistas. Na época, o então vice-presidente Michel Temer (MDB) assumiu como interino e trocou toda a equipe de governo quando Dilma foi afastada para responder ao processo de restituição.
“Lá fora, eles têm um certo desconforto por causa da interinidade do governo, haja vista que muitos deles não compreendem esse processo [de impeachment], que é democrático e constitucional, pelo qual o Brasil está passando”, disse na época, em um evento da Associação Comercial do Rio de Janeiro.
“Com as ações que já estamos tomando e que vão ser intensificadas, tenho certeza que os números da economia como um todo vão começar a reagir e os investidores, que já estão desengavetando seus projetos, vão começar a executá-los e nós poderemos gerar emprego, renda e, consequentemente, avançar na rearrumação do Brasil nesses próximos dois anos e pouco”, acrescentou.


