EconomiaSTF decide a favor de empresas e impõe derrota de R$ 16,5...

STF decide a favor de empresas e impõe derrota de R$ 16,5 bilhões ao governo

Receba notícias por email

Banco Master

Banco Central

Por Camila Abrão

Por Camila Abrão

07/10/2026 às 19:53

07/10/2026 às 19:53

Dê de presente

Prefira a Gazeta no Google

Ouça este conteúdo

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira (7) incentivos fiscais concedidos pelos estados e Distrito Federal por meio do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) não podem ser incluídos na base de cálculo do Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins). 

O governo estima um impacto de R$ 16,5 bilhões aos cofres públicos em cinco anos, segundo o anexo de riscos fiscais da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026. Essa estimativa abrange o teto do impacto financeiro, contemplando tanto a perda anual de arrecadação quanto a devolução de valores recolhidos indevidamente nos últimos cinco anos pela totalidade dos contribuintes.

Por 7 votos a 4, a Corte estabeleceu que os créditos presumidos do ICMS não constituem receita ou faturamento das empresas, mas sim renúncia fiscal voltada a estimular a atividade econômica regional.

VEJA TAMBÉM:

Janja rebate Kátia Abreu e diz que seguirá na campanha “respaldada” por Lula

O entendimento vencedor seguiu o voto do ministro aposentado Marco Aurélio Mello, que foi relator do caso, e defendeu que a redução do imposto estadual por meio de incentivo não representa riqueza nova ou disponibilidade econômica para o contribuinte. 

Os ministros André Mendonça, Cristiano Zanin e Flávio Dino não votaram, já que seus antecessores – Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski e Rosa Weber – já haviam votado.

Acompanharam o relator os ministros Dias Toffoli, Edson Fachin e Cármen Lúcia, bem como os ministros aposentados Rosa Weber, Ricardo Lewandowski e Luís Roberto Barroso, que tiveram seus votos mantidos. Com isso, os ministros André Mendonça, Cristiano Zanin e Flávio Dino não votaram. 

Ficaram vencidos os ministros Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Luiz Fux e Nunes Marques, que defendiam que o benefício integra o patrimônio definitivo das empresas.

VEJA TAMBÉM:

Moraes manda intimar Bolsonaro sobre multa da Receita Federal no caso das joias

Como Flávio Bolsonaro lidará com o STF e as condenações de Jair, Eduardo e do 8/1

PF arquiva investigação sobre suposta interferência dos EUA nas eleições

Deixe sua opinião

Encontrou algo errado na matéria?

Comunique erros

Use este espaço apenas para a comunicação de erros

Principais Manchetes

Como Flávio Bolsonaro lidará com o STF e as condenações de Jair, Eduardo e do 8/1

Fim da escala 6×1: 8 impactos econômicos que podem pesar sobre empresas e trabalhadores

Derrota de Haddad em São Paulo expõe falta de herdeiro do PT para o pós-Lula

Os debates para presidente no 2º turno na TV — se Flávio e Lula aparecerem

Tudo sobre:

Receita Federal

STF

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Fonte: Gazeta Economia

DestaquesNo ZUG!

Subscribe
Notify of
guest
0 Comentários
Newest
Oldest Most Voted
Ipatinga
nublado
22 ° C
22 °
22 °
83%
2.1m/s
100%
qui
32 °
sex
26 °
sáb
32 °
dom
28 °
seg
24 °