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Eleições 2026
Alexandre Garcia
Por Diógenes Freire Feitosa
Por Diógenes Freire Feitosa
06/10/2026 às 20:19
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O senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral da campanha de Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência, passou mal nesta terça-feira (6) após compromissos de campanha em Goiânia e procurou atendimento médico em Brasília.
Procurada pela Gazeta do Povo, a assessoria do senador informou que Marinho teve um mal-estar durante o retorno à capital federal e foi levado ao Hospital DF Star por precaução.
A equipe de Marinho informou que o senador passa bem e aguarda os resultados dos exames. A assessoria apontou uma possível queda de pressão como causa do mal-estar.
Marinho participou em Goiânia de um ato de apoio de Ronaldo Caiado (PSD) à candidatura de Flávio Bolsonaro no segundo turno. O senador viajou de volta a Brasília após o evento e seguiu diretamente para o hospital.
Antes da agenda em Goiás, Marinho participou de reuniões da campanha em Brasília e acompanhou Flávio Bolsonaro em compromissos políticos.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), também esteve no evento em Goiânia.
Reunião com Fachin
Horas antes de passar mal, Marinho esteve no Supremo Tribunal Federal (STF) para uma reunião com o presidente da Corte, Edson Fachin.
O encontro ocorreu em meio às críticas da campanha de Flávio Bolsonaro a decisões do Judiciário que, segundo o senador, interferem na atuação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Após a reunião, Marinho afirmou que não haverá “vingança” contra ministros do STF em eventual governo de Flávio, mas também não haverá omissão diante de possíveis crimes de responsabilidade.
Ele defendeu uma mudança no regimento interno do Senado para permitir a abertura automática de pedidos de impeachment de ministros do Supremo quando 49 senadores apoiarem o requerimento.
O senador também criticou o que chamou de “interferência continuada” do STF no TSE e citou nominalmente os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Gilmar Mendes.
Marinho disse que a campanha pretende “normalizar” a relação entre os Poderes e cobrar responsabilização caso existam condutas que configurem crime de responsabilidade.
Segundo turno
Flávio Bolsonaro terminou o primeiro turno na liderança da disputa presidencial, com 47,03% dos votos válidos, e enfrentará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno, marcado para 25 de outubro.
A campanha do candidato do PL iniciou nesta semana uma ofensiva para ampliar sua base política.
Marinho participa das negociações com partidos do centrão, enquanto Flávio busca consolidar o apoio de governadores e de candidatos derrotados no primeiro turno.
Tarcísio de Freitas passou a atuar mais diretamente na campanha depois de garantir a reeleição em São Paulo.
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Fonte: Gazeta Política


