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Atualizado em01/10/2026 às 23:29
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A Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) acionou o esquadrão antibomba, na noite desta quinta-feira (1º), depois de um homem deixar uma mochila em um ponto de ônibus perto do Supremo Tribunal Federal (STF).
Em nota, o STF informou que um indivíduo "tentou pular as grades da Corte", nas proximidades do ponto de ônibus localizado em frente ao edifício-sede. Após não conseguir se aproximar, ele teria arremessado uma mochila sobre o ponto de ônibus. O suspeito foi detido, mas a PMDF informou que não havia explosivos na bolsa.
Durante a operação, parte da Esplanada dos Ministérios foi fechada e, por volta das 20h30, as vias próximas foram interditadas. De acordo com a Corte, os ministros não estavam mais no prédio.
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A movimentação foi identificada pelo sistema de monitoramento do STF, sendo imediatamente acionadas a Polícia Militar e a Polícia Judicial. A autoridade policial deflagrou a Operação Petardo, que consiste em uma ação integrada da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF) em ocorrências que envolvam explosivos e/ou artefatos explosivos no Distrito Federal.
STF foi alvo de atentado a bomba em 2024
Em 2024, o chaveiro Francisco Wanderley Luiz, conhecido como “Tiu França”, realizou um atentado a bomba na Praça dos Três Poderes. Francisco, que tinha 59 anos, morreu após detonar um artefato próximo à própria cabeça em frente ao edifício-sede do STF. Houve também uma explosão no carro usado por ele que estava estacionado perto do Anexo 4 da Câmara dos Deputados.
A Polícia Federal concluiu a investigação sobre o caso em abril de 2025. Segundo a PF, Francisco não teve ajuda e não recebeu financiamento de terceiros para realizar o ataque, que foi motivado por “extremismo político”.
Veja a íntegra da nota do STF sobre a suspeita de bomba
"Um indivíduo, nas proximidades do ponto de ônibus localizado em frente ao Supremo Tribunal Federal, tentou pular as grades da Corte. A movimentação foi identificada pelo sistema de monitoramento do STF, sendo imediatamente acionadas a Polícia Militar e a Polícia Judicial.
Como ele arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus, tornou-se necessário acionar a Operação Petardo, com a adoção dos procedimentos previstos para averiguação de possível artefato explosivo.
Neste momento, equipes da Polícia Militar e da Polícia Judicial encontram-se no local realizando os procedimentos necessários."
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Fonte: Gazeta Política


