São Paulo
Paraná
Santa Catarina
Por Guilherme Grandi
Por Guilherme Grandi
20/10/2026 às 11:29
20/10/2026 às 11:29
Dê de presente
Prefira a Gazeta no Google
Ouça este conteúdo
A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (20) uma ação para investigar uma rede suspeita de contrabando de eletrônicos importados, comércio ilegal de anabolizantes e lavagem de dinheiro que teria movimentado mais de R$ 460 milhões. A Operação Dux cumpre 36 mandados de busca e apreensão em cinco cidades do interior do estado de São Paulo, sendo que 28 já foram cumpridos e três pessoas foram presas.
A operação foi autorizada pela Justiça nas cidades de São José do Rio Preto, Catanduva, Olímpia, Severínia e Franca.
“O grupo utilizava empresas e pessoas sem capacidade econômica compatível com as operações para movimentar recursos sem lastro e para ocultar o patrimônio dos reais proprietários”, afirmou a PF em um comunicado.
VEJA TAMBÉM:
PF mira ex-servidor do STJ suspeito de vazar dados a advogado ligado a Flávio Bolsonaro
Durante as diligências, foram apreendidos celulares novos, armas, dinheiro em espécie, joias, relógios de luxo, drogas, anabolizantes e medicamentos utilizados para emagrecimento. Os investigadores também encontraram um acessório com identificação falsificada do Poder Judiciário Federal, destinado a guardar documentos funcionais de servidores.
Segundo a Polícia Federal, o grupo utilizada empresas e pessoas como parte do possível esquema de lavagem de dinheiro associado ao comércio ilegal de mercadorias. Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de bens e valores dos investigados e a aplicação de medidas cautelares e a suspensão de perfis em redes sociais utilizados para comercializar aparelhos eletrônicos relacionados à investigação.
Conforme o envolvimento de cada um, os investigados poderão responder por contrabando e descaminho, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
VEJA TAMBÉM:
Rodrigo Constantino: Cortina de fumaça: PT quer esconder entrevista de Roberta Luchsinger e gafes de Lula
Empresária Roberta Luchsinger ameaça revelar crimes de Lula e seu filho
PGR é contra pedido de Moraes para investigar Mendonça
As primeiras informações da investigação apontam que o grupo funcionava como uma organização criminosa altamente profissionalizada, com quatro núcleos de atuação que envolviam a importação através da fronteira, a logística e o armazenamento das mercadorias, a divulgação e vendas em lojas físicas em feiras e nas plataformas digitais e a lavagem e ocultação de dinheiro.
Segundo a PF, o grupo utilizava pessoas físicas sem capacidade econômica compatível com as cifras que movimentavam e empresas de fachada ou registradas em nome de terceiros para realizar transações financeiras milionárias sem lastro financeiro real.
Dessa forma, o dinheiro ilegal das vendas era movimentado no mercado financeiro formal por meio de contas fictícias para posteriormente ser convertido em patrimônio de alto valor dos líderes.
Deixe sua opinião
Encontrou algo errado na matéria?
Comunique erros
Use este espaço apenas para a comunicação de erros
Principais Manchetes
Novo Código Civil da esquerda pode ser aprovado no pacote de maldades de Alcolumbre
O único voto possível neste domingo
A estratégia de Silas Malafaia nas redes que impulsionou aliados nas urnas
Milei critica Lula por fala sobre imunidade de Flávio: “Autoritário”
Tudo sobre:
Polícia Federal
São Paulo
Receba nossas notícias NO CELULAR
WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.
Fonte: Gazeta Brasil


