PolíticaApós perder eleição, Leila do Vôlei pede licença de 4 meses e...

Após perder eleição, Leila do Vôlei pede licença de 4 meses e não volta ao Senado

Apuração | Eleições 2026

Guia de Candidatos

Pesquisa Eleitoral

Por Camila Abrão

Por Camila Abrão

06/10/2026 às 22:22

06/10/2026 às 22:22

Dê de presente

Prefira a Gazeta no Google

Ouça este conteúdo

A senadora Leila Barros (PDT-DF), conhecida como Leila do Vôlei, pediu uma licença médica de quatro meses do Senado e não retornará mais ao mandato. Ela apresentou o  requerimento nesta segunda-feira (5) após perder a eleição para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e a senadora Bia Kicis, ambas do PL. 

Michelle foi a candidata ao Senado mais votada do Distrito Federal em 2026, com 938.496 votos (29,05%), enquanto Bia teve 886.616 votos (27,44%). Leila foi eleita em 2018 e tentou a reeleição no pleito deste ano, mas ficou em terceiro lugar, com 686.340 votos (21,25%).

A senadora do PDT disse que o afastamento para "cuidar da saúde e de assuntos particulares" não é remunerado. O pedido de licença enviado ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AL), não informa qual seria o problema de saúde da parlamentar.

VEJA TAMBÉM:

Após avanço da direita, Gilmar alfineta críticos das urnas e cita vitória apertada de Moro

O requerimento foi aprovado nesta terça-feira (6). A primeira suplente de Leila, Leany Lemos (PSB-DF), assumiu o cargo nesta tarde e ficará no Senado até a posse da nova legislatura, em 1º de fevereiro de 2027.

Em seu discurso, ela afirmou que, durante os 120 dias como senadora, seu compromisso será com a democracia e a qualidade das instituições, com o fortalecimento do federalismo e com políticas públicas transparentes e eficientes, informou a Agência Senado.

Leany nasceu em Brasília, em 1970. Consultora legislativa do Senado, ela é formada em letras, tem mestrado em ciências políticas, doutorado em estudos comparativos das Américas e pós-doutorado em ciências políticas.

Em 2019, foi secretária do Planejamento do Rio Grande do Sul, coordenadora do Comitê de Dados da Pandemia de Covid-19 e presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, tendo sido a primeira mulher nessa função.

Entre 2023 e 2024, foi secretária nacional de Planejamento do Ministério de Planejamento e Orçamento. Atualmente, ela é CEO do Instituto Trajetórias, organização sem fins lucrativos que apoia alunos em mestrados em universidades internacionais de excelência.

VEJA TAMBÉM:

13 eleitos em 2026 que aparecem em registros ligados a Daniel Vorcaro

Petistas envolvidos no Mensalão e Lava Jato: um retorna à Câmara, outros três ficam de fora

PGR se manifesta a favor de visita de Flávio a Bolsonaro

Deixe sua opinião

Encontrou algo errado na matéria?

Comunique erros

Use este espaço apenas para a comunicação de erros

Principais Manchetes

Ministros do STF que hostilizaram Bolsonaro agora querem negociar com Flávio

Desenrola 3.0 é desespero eleitoreiro de Lula

Por que Trump está evitando declarar apoio direto a Flávio Bolsonaro

Bandeira eleitoral de Lula, fim da escala 6×1 pode elevar em 12,5% folha de pequenos negócios

Tudo sobre:

Bia Kicis

Distrito Federal

Eleições

Eleições 2026

Leila Barros

Michelle Bolsonaro

PDT

Senado

Receba nossas notícias NO CELULAR

WHATSAPP: As regras de privacidade dos grupos são definidas pelo WhatsApp. Ao entrar, seu número pode ser visto por outros integrantes do grupo.

Fonte: Gazeta Política

DestaquesNo ZUG!

Subscribe
Notify of
guest
0 Comentários
Newest
Oldest Most Voted
Ipatinga
nuvens quebradas
24 ° C
24 °
24 °
73%
3.6m/s
75%
qui
32 °
sex
27 °
sáb
34 °
dom
30 °
seg
30 °