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América Latina
Guerra EUA x Irã
Por Fábio Galão
Por Fábio Galão
21/09/2026 às 10:45
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As emissoras CNN e MS NOW e o site Politico, cujos jornalistas foram impedidos de entrar na Casa Branca por ordem do presidente americano, Donald Trump, anunciaram nesta segunda-feira (21) uma ação judicial em um tribunal federal em Washington para tentar restabelecer o acesso dos profissionais destes órgãos de imprensa à sede da presidência dos Estados Unidos.
Em resposta, o mandatário republicano reiterou o argumento de que esses veículos publicam fake news, o que chamou de “ameaça à segurança nacional”.
“Esta manhã, notificamos o governo de que estamos entrando com uma ação judicial hoje para proteger nossos direitos garantidos pela Primeira Emenda e defender o princípio de que o governo não decide o que a imprensa noticia ou publica”, afirmaram os três veículos, em comunicado conjunto, citando a emenda da Constituição americana que protege a liberdade de imprensa.
“Sem aviso prévio ou devido processo, a Casa Branca revogou as credenciais de nossos jornalistas porque se opôs à nossa cobertura. Se não for contestada, essa medida ameaça a liberdade de imprensa e o direito do público a um jornalismo independente, livre de interferência governamental”, acrescentaram.
Na sexta-feira (18), Trump anunciou que profissionais da CNN, MS NOW e do Politico não poderão mais entrar na Casa Branca para fazer cobertura jornalística, alegando que tais órgãos de imprensa veiculam “fake news”.
Nesta segunda-feira, após o anúncio da ação judicial, Trump fez um post sobre o assunto na rede Truth Social.
“A Casa Branca não está promovendo um ataque à imprensa livre — algo que eu prezo. Ela está promovendo um ataque às fake news, algo que cresceu como um câncer em nossos amados Estados Unidos da América. É algo corrupto, intencional, generalizado, totalmente coordenado e completamente fora de controle. É uma ameaça à nossa segurança nacional e precisa ser interrompido, agora!”, afirmou o presidente americano.
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Fonte: Gazeta Mundo


