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Eleições 2026
Alexandre Garcia
Por Vinicius Macia
Por Vinicius Macia
29/09/2026 às 08:59
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O presidente Lula (PT) assinou a nomeação do senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o cargo de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU). O ato foi publicado nesta segunda-feira (28) em uma edição extra do Diário Oficial da União (DOU). Sua posse deve ocorrer nesta quarta-feira (30), às 11h.
Com a movimentação, assume a vaga de Pacheco no Senado Renzo Braz, do PP. Ele é sobrinho do ex-deputado estadual por Minas Gerais Braulio Braz (PL) e neto de José Braz, que morreu em 2022 aos 96 anos, como o prefeito mais velho do Brasil em exercício, no município de Muriaé (MG).
Em agosto de 2026, o ministro Bruno Dantas anunciou a sua renúncia após 12 anos no cargo. Antes, ele havia representado o Senado no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Ele foi indicado pela base da então presidente Dilma Rousseff (PT) e disputou contra Fernando Moutinho e Sérgio Mendes e ganhou o direito de assumir a vaga deixada pela aposentadoria do ministro Valmir Campelo.
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Já Rodrigo Pacheco é advogado de formação e já exerceu a Presidência do Senado, o que confere também o cargo de presidente do Congresso. Passou pelo MDB, pelo extinto Democratas e pelo PSD até se filiar ao PSB do vice-presidente Geraldo Alckmin.
O mandato de Pacheco à frente do Senado ocorreu entre dois mandatos de Davi Alcolumbre (União-AP). Aliado, ele queria que o mineiro fosse indicado por Lula para a vaga de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O petista, no entanto, decidiu por alguém mais próximo: o advogado-geral da União, Jorge Messias. Em meio à resistência tanto da oposição quanto de um do próprio presidente do Senado, a indicação de Messias foi rejeitada.
Mesmo assim, Pacheco ainda seguia sem um destino e anunciou que não disputaria o governo de Minas Gerais ou a reeleição ao Senado. Em crise com o chefe do Legislativo, o governo decidiu apoiar a indicação. Diferentemente de Dantas, não houve concorrente contra Pacheco, que foi aprovado por 63 votos a 4 no Senado e 404 a 61 na Câmara.
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Fonte: Gazeta Política


