A Marinha dos Estados Unidos estuda um redesenho significativo de seus novos porta-aviões para atender às preferências do presidente Donald Trump, que quer que a nova frota se pareça com os navios da Segunda Guerra Mundial.
Revisão do projeto
A instituição analisa a viabilidade de deslocar a torre de comando — a ‘ilha’ — para mais perto do meio do navio. A revisão, inédita, responde às preocupações de Trump com o ‘visual’ da classe Ford, cuja ilha fica perto da popa.
Impacto nos custos e no cronograma
A mudança pode custar bilhões e atrasar a entrega das embarcações, segundo reportagem do jornal The Washington Post. O Escritório de Orçamento do Congresso (CBO) estimou que a ‘classe Trump’ custaria cerca de US$ 275 bilhões em recursos públicos ao longo de 30 anos.
Classe Ford: base aérea móvel de propulsão nuclear
Um porta-aviões da classe Ford é uma base aérea móvel gigante, movida a propulsão nuclear, que lança jatos por catapultas eletromagnéticas. Três unidades da classe estão em diferentes estágios de desenvolvimento.
Frota sob pressão na guerra contra o Irã
A pressão sobre a nova geração cresce num momento em que a frota em serviço dá sinais de exaustão. Em meio à guerra contra o Irã, os Estados Unidos mantêm dois grupos de porta-aviões no Oriente Médio, que sustentam os ataques e o bloqueio aos portos iranianos.
Fonte: Gazeta Economia


