Introdução
Um relatório recente do Centro para a Liberdade Religiosa Global da Universidade Batista de Dallas alerta que o governo dos Estados Unidos e outras nações ocidentais estão deixando de priorizar a liberdade religiosa em suas estratégias diplomáticas.
Causas do Recuo
Especialistas identificaram que os Estados Unidos e a Europa estão trocando a promoção dos direitos humanos pela busca de interesses mais pragmáticos, como poder econômico e segurança territorial. Isso resultou em cortes significativos de verbas e redução de pessoal em órgãos fundamentais, como a USAID, enfraquecendo programas que protegiam minorias religiosas.
Mudanças Práticas na Política Externa Americana
A diplomacia americana passou por um processo de esvaziamento em setores específicos de direitos humanos. O cargo de embaixador itinerante para a liberdade religiosa internacional permanece vago, e o Departamento de Estado incorporou o escritório de liberdade religiosa a secretarias regionais que não possuem conhecimento técnico sobre o tema.
Resposta do Governo dos Estados Unidos
O Departamento de Estado rebate as conclusões do relatório, afirmando que o país continua sendo um líder global na defesa da fé. O governo alega ter feito avanços sem precedentes, como a punição de violadores desses direitos e a designação da Nigéria como um país de preocupação especial.
Visão de Especialistas
Ex-diplomatas sugerem que a situação é complexa e cheia de nuances. Eles argumentam que a liberdade religiosa raramente foi a prioridade número um na mesa de negociações, funcionando mais como um complemento a outros temas. A pressão da sociedade civil continua sendo vital para que o tema não seja esquecido.
Fonte: Gazeta Mundo


