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Eleições 2026
Alexandre Garcia
Por Vinicius Macia
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24/08/2026 às 11:54
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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pediu que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorize o ingresso de um professor particular de química e matemática para dar aulas à filha de 16 anos, Laura Bolsonaro. O pedido foi protocolado nesta segunda-feira (24).
A defesa esclarece que Laura precisa iniciar as aulas nesta terça-feira (25) e que, para isso, precisa da autorização de visita do professor uma vez por semana, por duas horas. Os advogados reconhecem, ao final, a existência das restrições de fiscalização e outras restrições.
Bolsonaro passa pelo relaxamento de uma restrição de 30 dias do direito a visitas. Na última sexta-feira (21), Moraes concedeu as primeiras autorizações desde que a medida foi imposta, permitindo as visitas de dois filhos: o ex-vereador carioca Carlos Bolsonaro (PL) e o vereador de Balneário Camboriú Jair Renan (PL).
Seu substituto na corrida presidencial, no entanto, continua sem poder entrar na casa. Filho mais velho e integrante da equipe de advogados, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recebeu a restrição após divulgar um vídeo lendo uma carta em que o ex-presidente confirma sua escolha para o pleito. A restrição, de 90 dias, termina após o primeiro turno.
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No Dia dos Pais, a defesa pediu que Moraes abrisse uma exceção e permitisse o ingresso dos filhos. O pedido, no entanto, foi julgado prejudicado, o que, na prática, correspondeu a uma negativa.
Houve, porém, uma exceção aberta. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) precisou passar por exames para averiguar uma enxaqueca persistente. Com isso, sua meia-irmã, Geovanna Kathleen Ferreira Lima, foi autorizada a ingressar e atuar como cuidadora de Bolsonaro e Laura.
Em entrevista à CNN Brasil, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, revelou que o PL planeja pedir que Michelle seja substituída pela irmã para que participe da campanha de Flávio e de sua própria campanha ao Senado pelo Distrito Federal.
"Nós vamos lutar até o fim para isso, para que a Michelle possa ser substituída pela irmã dela, pelo menos em casa, porque ela tem que cuidar do Bolsonaro", afirmou.
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Fonte: Gazeta Política


