Uma fronteira viva
No extremo sul do Rio Grande do Sul, a cidade de Chuí e sua irmã uruguaia Chuy compartilham a mesma avenida, sem muro, cancela ou posto de imigração. Essa fronteira viva serve como ponto de encontro para os moradores e turistas.
Comércio e cultura
O comércio local é uma mistura de português, espanhol, árabe e portunhol, e os clientes pagam em reais, pesos ou dólares. A economia da região gira em torno dessa dinâmica fronteiriça. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a linha entre Brasil e Uruguai se estende por 1.069 quilômetros.
Idiomas e moedas
Quatro idiomas são falados na região: português, espanhol, árabe e portunhol. Já as moedas aceitas são três: real, peso uruguaio e dólar. Essa mistura de idiomas e moedas é uma característica única da fronteira.
Turismo
A região oferece vários atrativos turísticos, como a Barra do Chuí, o Farol da Barra do Chuí e o Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Além disso, a cidade de Chuí é conhecida por sua hospitalidade e pela mistura de culturas.
Fonte: Gazeta Brasil


