Crise migratória em Ceuta
A Casa Branca atribuiu à “políticas globalistas de extrema esquerda” do governo da Espanha a crise migratória na cidade espanhola de Ceuta, onde milhares de migrantes procedentes do Marrocos cruzaram de forma irregular o quebra-mar fronteiriço em direção ao enclave espanhol localizado no norte da África.
De acordo com Ana Kelly, vice-porta-voz da Casa Branca, o presidente Donald Trump vem advertindo a Europa sobre as consequências de continuar implementando políticas globalistas de extrema esquerda, como facilitar a migração em massa.
Reações na Europa
Nesta quinta-feira, circularam pelo mundo imagens de milhares de imigrantes que chegavam do Marrocos rompendo cercas em Ceuta para entrar no território espanhol, o que gerou reações pela Europa.
O governo da Itália e Geert Wilders, líder do partido holandês de direita nacionalista PVV, sugeriram a retirada da Espanha do Espaço Schengen, a zona de livre circulação entre 29 países europeus.
Situação atual
Segundo informações da agência Reuters, a Espanha e o Marrocos reforçaram a cerca fronteiriça e a situação parece ter se normalizado nesta sexta-feira, após a chegada de cerca de 49 mil pessoas por mar e terra em um único dia e a localização de pelo menos 19 corpos na água.
Fonte: Gazeta Mundo


