Por Hermano Freitas
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Por Guilherme Grandi
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01/06/2026 às 19:43
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O pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) comentou nesta segunda-feira (1º) a operação Wi-Fi, que teve como alvo a produtora do filme Dark Horse, que retrata a vida do pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o senador, sua vontade é de não acreditar que parte da polícia de São Paulo serviria a “fins eleitorais” e uma “perseguição” contra seu grupo político.
“Eu só não quero crer que a gente está sendo vítima, mais uma vez, de uma pescaria probatória, de uma perseguição”, disse ele em agenda na cidade de Belo Horizonte (MG). Ele declarou ainda que os acontecimentos investigados não têm “nada a ver” com o filme.
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A Polícia Civil de São Paulo deflagrou a operação para investigar suspeitas de irregularidades em um contrato firmado entre a prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB), entidade presidida pela empresária Karina Ferreira da Gama, responsável pela produtora de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Batizada de “Operação Wi-Fi Livre SP”, a apuração mira possíveis fraudes em um acordo firmado para a implantação de pontos de internet gratuita em comunidades da capital paulista. Inicialmente firmado em R$ 108 milhões, o contrato teria recebido aditivos que elevaram o valor total para R$ 157,1 milhões, dos quais pelo menos R$ 26 milhões teriam sido pagos sem a efetiva prestação dos serviços previstos, segundo as investigações.
Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão autorizados pela 1ª Vara Regional das Garantias. Entre os alvos estão o Instituto Conhecer Brasil, a produtora Go UP Entertainment, endereços ligados à presidente da entidade e a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT), responsável pela parceria com a organização. A Go Up não comentou a operação.
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Fonte: Gazeta Política


