Classificação de PCC e CV como terroristas
O secretário de Justiça e Segurança Pública de Minas Gerais, Rogério Greco, defendeu a classificação das organizações criminosas Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) como terroristas internacionais pelos Estados Unidos.
Greco afirmou que o governo brasileiro comete exageros e equívocos ao sugerir que há excesso e risco de uma intervenção militar externa após a classificação.
Coragem para combater o crime
Ele destacou que a Administração de Donald Trump tem todo o direito de combater grupos terroristas que atuam em seu território e que o faz com a coragem que faltou ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Greco também ressaltou que as organizações brasileiras reclassificadas pelos EUA agem de forma terrorista, dominando territórios e cometendo ações violentas contra populações.
Legislação brasileira
O secretário também criticou a Lei Antiterrorismo aprovada durante o governo Dilma Rousseff, afirmando que ela foi elaborada às pressas e nasceu cheia de limitações.
Ele defendeu a revisão da legislação para que ela possa alcançar várias situações que hoje vivemos diariamente no país.
Medidas de segurança
Greco avaliou as medidas de segurança anunciadas recentemente pelo governo federal, afirmando que elas não são inovadoras e que muitas delas já são executadas há anos pelos estados.
Ele também destacou a importância da integração entre as forças de segurança e a necessidade de uma abordagem mais eficaz para combater o crime organizado.
Exemplo de El Salvador
O secretário citou o exemplo de El Salvador, que mostrou que existe solução quando há vontade política, e defendeu a inspiração nesse modelo para o Brasil.
Greco concluiu que o combate ao crime organizado esbarra frequentemente em interesses políticos e ideológicos, e que é necessário enfrentar o problema real em vez de discutir narrativas.
Fonte: Gazeta Brasil


