China reage a possibilidade de diálogo entre EUA e Taiwan
A China instou os EUA a não enviarem “sinais errados” às forças pró-independência de Taiwan e a lidarem com a questão da ilha com “extrema prudência”, após o presidente Donald Trump considerar uma reunião com o presidente taiwanês, William Lai.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Pequim, Guo Jiakun, afirmou em uma coletiva de imprensa que o regime chinês se opõe a contatos oficiais entre Washington e Taipei, bem como à venda de armas para a ilha autogovernada.
Reações de Taiwan e EUA
De Taipei, o governo taiwanês sinalizou que Lai também está disposto a manter conversas com o presidente americano. A China considera Taiwan uma “parte inalienável” e uma “linha vermelha” nas discussões de política externa. O país não descarta o uso da força para assumir o controle da ilha.
Os EUA estiveram no meio das disputas entre os dois lados por mais de sete décadas, já que Washington é o principal fornecedor de armas de Taiwan e, embora não mantenha relações diplomáticas com a ilha, poderia defendê-la em caso de conflito com Pequim.
Contexto da relação entre EUA, China e Taiwan
A relação entre os três países é complexa e envolve questões de soberania, segurança e comércio. A China considera Taiwan uma província rebelde e busca reunificar a ilha com o continente, enquanto Taiwan busca manter sua independência e soberania.
Os EUA desempenham um papel importante na região, fornecendo armas e apoio militar a Taiwan, enquanto também busca manter boas relações com a China, com quem tem um relacionamento comercial significativo.
Fonte: Gazeta Mundo


