Sanções contra Cuba
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ampliou as sanções contra Cuba, afirmando que o país representa ‘uma ameaça extraordinária’ à segurança nacional.
O decreto presidencial determina novas punições econômicas, atingindo bancos estrangeiros que mantêm relações com o governo cubano, e impõe restrições migratórias mais rígidas.
Medidas contra países parceiros
O governo americano incluiu novos alvos nas sanções, abrangendo indivíduos ligados aos setores de energia e mineração, e pessoas associadas ao aparato de segurança do país, mencionando suspeitas de corrupção e ‘graves violações dos direitos humanos’.
O ato inclui medidas contra países parceiros, com o governo americano ameaçando aplicar tarifas a nações que forneçam petróleo a Cuba, o que já levou a uma redução ou interrupção dos envios por alguns fornecedores.
Reações em Cuba
As novas medidas ampliam a política adotada neste ano, com os Estados Unidos restringindo o envio de petróleo à ilha desde janeiro, e cobrando abertura econômica do país e indenizações por bens expropriados após a revolução liderada por Fidel Castro.
O governo cubano convocou um ato em frente à embaixada dos Estados Unidos em Havana, mobilizando trabalhadores do setor público e membros do Partido Comunista de Cuba (PCC), e afirma que centenas de milhares participaram, defendendo a soberania do país e criticando as sanções.
Fonte: Gazeta Mundo


