Introdução ao relatório
Um relatório de 570 páginas publicado nos EUA acusa a gestão Joe Biden de usar agências federais para discriminar cristãos. O documento detalha perseguições a ativistas pró-vida, punições por convicções religiosas e monitoramento de grupos católicos tradicionais.
Perseguição a manifestantes pró-vida
O relatório aponta que o Departamento de Justiça usou uma lei de acesso a clínicas de forma desproporcional. Enquanto manifestantes favoráveis ao aborto recebem penas médias de três meses, cristãos contrários à prática pegam, em média, 14 meses de prisão. Um dos casos citados é o de Mark Houck, absolvido após ser preso em casa por 16 agentes do FBI na frente de seus filhos, mesmo após ter se oferecido para se entregar voluntariamente às autoridades.
Punições a servidores e universidades
Durante a pandemia, milhares de funcionários públicos que pediram isenção da vacina contra a Covid-19 por motivos religiosos foram punidos com demissões e suspensões. Além disso, o documento relata que universidades cristãs passaram a sofrer fiscalizações mais rigorosas, resultando em multas com valores recordes aplicadas pelo governo federal durante o mandato de Biden.
Educação e políticas
Distritos escolares americanos incluíram conteúdos sobre temática LGBT no ensino fundamental e criaram barreiras para impedir que os pais retirem os filhos dessas atividades. O relatório também expõe a perseguição a professores cristãos: o governo orientava a demissão de docentes que se recusavam a usar pronomes ou afirmar identidades de gênero dos alunos que fossem contrárias às suas convicções de fé.
Monitoramento de grupos católicos
O FBI passou a tratar grupos católicos tradicionalistas como potenciais extremistas ou terroristas domésticos. O relatório cita o monitoramento da Fraternidade Sacerdotal São Pio X. A justificativa das autoridades era a prisão de um frequentador de uma capela do grupo, mas a investigação estendeu-se injustificadamente ao padre responsável e a familiares que não tinham qualquer ligação com crimes.
Elaboração do relatório e objetivos
O relatório foi produzido pela Força-Tarefa para Erradicar o Viés Anticristão, criada inicialmente na gestão de Donald Trump. O grupo concluiu que a estrutura política de Biden tratou crenças religiosas tradicionais como formas de preconceito. O objetivo atual é revogar as diretrizes da administração anterior e restaurar plenamente os direitos civis e a liberdade religiosa de todos os cidadãos americanos.
Fonte: Gazeta Mundo


