Protestos se intensificam em Havana
Cuba entrou no quarto dia seguido de protestos em Havana, capital do país, em meio a apagões prolongados, falta de água e confrontos entre moradores e policiais do regime comunista.
Manifestações foram registradas em diferentes bairros da cidade, onde moradores passaram a bater panelas, bloquear ruas e até a desafiar agentes enviados pelo regime comunista para conter os atos.
Causas dos protestos
Moradores disseram que algumas regiões chegaram a ficar nos últimos dias mais de 40 horas sem fornecimento regular de energia, com a luz voltando por poucos minutos antes de ser novamente cortada.
Durante um dos atos, moradores da capital chegaram a enfrentar diretamente policiais enviados para dispersar os protestos. Segundo relatos, manifestantes reagiram à repressão comunista com pedras após agentes avançarem contra a população.
Pressão internacional
A tensão aumentou ainda mais depois que a empresa estatal União Elétrica de Cuba (UNE) anunciou novos apagões para a sexta-feira. Conforme a estatal, mais da metade do país ficaria sem energia durante o horário de maior consumo.
Os novos protestos ocorrem em meio ao agravamento da crise econômica cubana e ao aumento da pressão dos Estados Unidos sobre o regime de Miguel Díaz-Canel. Desde janeiro, o governo do presidente Donald Trump ampliou restrições ao fornecimento de combustível para a ilha, aprofundando a escassez energética no país.
Fonte: Gazeta Mundo


