Derrotas históricas para a esquerda
O Dia Internacional do Trabalhador, comemorado em 1º de maio, não contou com a participação do presidente Lula (PT) nos atos realizados em todo o país. A decisão ocorre após uma semana marcada por derrotas históricas para a esquerda no Congresso Nacional.
Ato em São Paulo
O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (PSOL), participou de um ato no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo. Já o ex-ministro da Fazenda e pré-candidato a governador de São Paulo, Fernando Haddad (PT), dividiu seu tempo entre São Bernardo do Campo e um ato da Força Sindical no bairro da Liberdade, na capital paulista.
Derrotas no Congresso
A semana começou com a rejeição do advogado-geral da União, Jorge Messias, ao Supremo Tribunal Federal (STF), uma tradição que foi rompida após 132 anos. Além disso, a oposição conseguiu restabelecer o projeto de lei da dosimetria, que tem o potencial de diminuir as penas dos condenados pelos atos de 8 de janeiro e pelo suposto plano golpista, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Criticas à ausência de Lula
O deputado federal André Janones (Avante-MG) criticou publicamente a ausência do presidente Lula nos atos do 1º de Maio. Janones afirmou que o presidente perdeu uma oportunidade histórica de convocar manifestações em todo o país em torno de uma pauta que transcende esquerda e direita.
Fonte: Gazeta Política


