O ministro Gilmar Mendes e o inquérito das fake news
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a continuidade do chamado “inquérito das fake news” durante o período eleitoral. Segundo ele, o ambiente de radicalismo justifica a manutenção do inquérito.
Origem do inquérito
O inquérito foi aberto em 2019 pelo então presidente da Corte, Dias Toffoli, para investigar supostas ofensas contra os magistrados. Desde então, o inquérito passou a abarcar uma série de investigações e casos, incluindo o vazamento de dados fiscais de ministros da Corte supostamente envolvidos com o banqueiro Daniel Vorcaro.
Criticas ao inquérito
O inquérito tem sido alvo de críticas, inclusive da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que argumenta que a situação excepcional que motivou a investigação há sete anos já foi superada. No entanto, para o ministro Gilmar Mendes, a continuidade do inquérito é necessária por conta da ofensiva que setores da sociedade e o próprio Legislativo vêm fazendo contra magistrados da Corte.
Defesa do STF
Gilmar Mendes também defendeu a Corte do suposto envolvimento de ministros com Daniel Vorcaro, afirmando que a crise do Master “não está na Praça dos Três Poderes, está na Faria Lima”. Além disso, ele defendeu o seu Fórum de Lisboa, ciclo de palestras e eventos que ficou conhecido como “Gilmarpalooza”.
Fonte: Gazeta Política


