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Eleições 2026
Alexandre Garcia
Por Camila Abrão
Por Camila Abrão
13/05/2026 às 18:24
13/05/2026 às 18:24
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O pré-candidato à presidência do PL, senador Flávio Bolsonaro, confirmou, na tarde desta quarta-feira (13), que pediu dinheiro a Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para financiar o filme “Dark Horse”, que conta a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Em nota, o senador negou qualquer irregularidade na negociação. “No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet”, disse Flávio.
Mais cedo, o The Intercept Brasil divulgou uma troca de mensagens de texto e áudio atribuídas a Flávio e Vorcaro, na qual o senador teria negociado um repasse de R$ 134 milhões do banqueiro para financiar a produção do filme.
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O senador chegou a ser questionado sobre a publicação na saída do Supremo Tribunal Federal (STF), mas afirmou que se tratava de uma “mentira”. No comunicado, ele relata ter conhecido Vorcaro “em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro”.
“O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem”, ressaltou Flávio.
“Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ”, concluiu.
Veja a íntegra da nota de Flávio Bolsonaro
"Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet.
Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme.
Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ."
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Fonte: Gazeta Política


