Contexto Atual
A corrida ao Senado em São Paulo está se tornando cada vez mais competitiva, especialmente com a indefinição da direita em relação à substituição de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) na disputa. Enquanto isso, a esquerda parece se consolidar com nomes de peso, como os ex-ministros da gestão petista Simone Tebet (PSB-SP), Marina Silva (Rede-SP) e Márcio França (PSB-SP), que deixaram o governo federal com a missão de fazer frente à direita.
Plano Inicial da Direita
O plano inicial da direita era lançar o filho de Jair Bolsonaro ao Senado, aproveitando a popularidade de Eduardo Bolsonaro, um dos deputados federais mais votados do país nas eleições de 2022. No entanto, a ida de Eduardo para os Estados Unidos, alegando perseguição do Supremo Tribunal Federal (STF), criou um vácuo eleitoral na direita paulista.
Pré-candidaturas de Esquerda
Simone Tebet, Marina Silva e Márcio França são os principais nomes da esquerda na disputa pelo Senado em São Paulo. Tebet migrou do MDB para o PSB para reforçar a campanha de Lula e a pré-candidatura de Fernando Haddad ao governo paulista. Marina Silva, por sua vez, é uma figura conhecida por sua atuação ambientalista e já disputou eleições presidenciais.
Reações da Direita
O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), pré-candidato ao Senado pelo Progressistas, aguarda a definição do nome para a composição da chapa. Ele acredita que, à medida que o quadro de candidaturas se definir, o voto da direita tenderá a se concentrar em quem já tem a maior pontuação. Outros nomes, como o deputado federal Ricardo Salles, do Novo, defendem que o PL deveria apoiar pré-candidatos de direita já consolidados na disputa.
Pesquisa de Opinião
Uma pesquisa recente da Genial/Quaest aponta para uma ligeira vantagem do trio de ex-ministros de Lula em São Paulo, com Tebet liderando com 14% das intenções de voto, seguida por Márcio França com 12%. Derrite aparece com 8%, tecnicamente empatado com França e Marina Silva dentro da margem de erro.
Fonte: Gazeta Brasil


