Pressão de Trump sobre Cuba
O presidente de Cuba, Miguel Díaz-Canel, convocou a comunidade internacional a se posicionar diante de uma possível ação militar dos Estados Unidos contra a ilha. A reação ocorreu após declarações do presidente americano, Donald Trump, que afirmou que tomará o controle de Cuba “quase imediatamente”.
Díaz-Canel classificou a declaração como uma escalada grave. “O presidente dos EUA eleva suas ameaças de agressão militar contra Cuba a uma escala perigosa e sem precedentes”, afirmou nas redes sociais. Ele acrescentou que a comunidade internacional, junto ao povo americano, deve decidir se permitirá “um ato criminoso tão drástico”.
Resposta do Governo Cubano
O governo cubano atribuiu as ameaças a interesses específicos. Díaz-Canel afirmou que a política dos Estados Unidos atende a “um grupo pequeno, mas rico e influente”, com objetivos de revanche e dominação, em referência a setores da comunidade cubano-americana no sul da Flórida.
O presidente cubano afirmou que não haverá rendição do regime. “Nenhum agressor, por mais poderoso que seja, encontrará rendição em Cuba. Tropeçará em um povo decidido a defender a soberania e a independência em cada palmo de território nacional”, declarou.
Ações dos EUA contra Cuba
Trump eleva pressão sobre Cuba com ameaça militar e novas sanções. Na sexta-feira (1º), Trump afirmou que assumirá o controle de Cuba em curto prazo. Ele disse que concluirá antes operações no Irã e deslocará o porta-aviões USS Abraham Lincoln de volta ao mar do Caribe.
O governo dos Estados Unidos ampliou no mesmo dia as sanções contra Cuba. As medidas atingem setores estratégicos da economia, como energia, defesa, mineração e serviços financeiros.
Fonte: Gazeta Mundo
Fonte: Gazeta Mundo


